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terça-feira, 2 de junho de 2009

Summon Night: Swordcraft Story 2


Gênero: Ação/RPG
Ano de lançamento: 2006
Esse é o tipo de RPG que vicia logo de cara. Summon Night 2 conta a história de um herói (ou heroína) que você escolhe no começo do jogo. Tudo ia muito bem em uma típica vila, onde dois amigos conversavam. Até que um monstro aparece. Mas não é um monstro qualquer: É uma criatura convocada (Você escolhe qual criatura irá aparecer). Ela será seu aliado nas lutas, então, escolha com cuidado.
Após a criatura ser derrotada, ela se úne a você, e pode ser convocada nas batalhas. Também é possível conversar com ela a qualquer momento, apertando Select. Isso é legal, pois cada criatura tem um "modo" de falar com você. Mas a aventura está apenas começando, pois logo eles descobrem que o melhor amigo do herói também é uma criatura convocada pelo vilão do jogo, que pretende liberar um demônio aprisionado.
O herói, é um aprendiz no manejo de espadas. Um grande diferencial no jogo, é que você mesmo monta suas armas. Durante a jornada, você coleta materiais para criá-las, e as combinações são muitas.O estilo de batalha é linear, você é livre para andar pelo cenário e atacar seus inimigos. Também é possível convocar sua criatura para ajudar. As armas também são usadas no cenário para solucionar quebra-cabeças.
O legal é que cada criatura tem seu próprio estilo, sua própria história e habilidades, o que garante um fator replay enorme no jogo. Para conhecer a história de todas as criaturas, você vai ter que terminar o jogo umas cinco vezes. Isso na minha opinião é o ponto mais forte do fator replay. Os gráficos e trilha sonora também não fazem feio.


Prós: Gráficos, trilha sonora, e uma excelente jogabilidade

Contras: Summon Night 2 pode ser um jogo bem complicado para os iniciantes em RPG.

Considerações Finais: Não só um dos melhores RPGs de GBA, como um dos melhores RPGs que já joguei. Confira, e diga se estou mentindo!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Castlevania - Harmony Of Dissonance

Gênero: RPG, Aventura
Produtora: Konami
Mais um game da série Castlevania para GBA. Harmony Of Dissonance trás a jogabilidade clássica da série, aliado a elementos de RPG.
O herói da história, Juste Belmont carrega o lendário chicote Vampire Killer, a única arma presente no jogo, porém é possível adquirir sub-armas, como bumerangues, machados, etc.A história começa quando o amigo de Juste, Maxim retorna depois de dois anos desaparecido, com o corpo cheio de feridas. Enquanto isso, o destino decidiu que Juste deveria caçar pelas relíquias do Conde Dracula. Maxim avisa a Juste que uma amiga de infância deles foi sequestrada, e ignorando suas feridas, decide acompanhá-lo até o local onde ela desapareceu.
O personagem começa apenas com seu chicote, mas durante o caminho pode-se encontrar acessórios que tornam-o  mais forte. Também encontra-se livros que podem ser usados para usar magias, além de itens que podem ser adquiridos, ou comprados, como poções que recuperam HP, armaduras, e relíquias que ativam outras habilidades.
Uma coisa que tira muito brilho desse jogo é a falta de uma trilha sonora melhor. Algumas músicas são realmente fracas. Especialmente a música das batalhas contra os chefes, que chega a ser irritante.


Prós: Gráficos, jogabilidade.

Contras: Trilha sonora e efeitos sonoros meio fracos.

Considerações finais: Pode não ser o melhor Castlevania para GBA, mas é bem divertido.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Bomberman Story

Ola galera só para informar sou o novo colaborador do blog viu ;D

bem... muita gente vai me trucidar por começar com um jogo em japones mas acho qe vale a pena
Bomberman Story

Genero:RPG
Fabricante: Hudson
Ano:2001

Quem nunca jogou bomberman? você? se mate!
esse jogo é simplesmente um dos melhores da serie na minha opnião, na verdade nunca gostei muito dos jogos de bomberman, so gostava no multiplayer:)
infelizmente o jogo é em japones mais estou trabalhando em uma traduçao e parece ter uma historia bem bacana pelo q ja traduzi.
para mim o ponto forte do jogo são os charaboms(uns "pets" de bomberman ai) você os consegue durante a jornada e eles são indispensaveis para avançar no jogo(alguns deles)e outros te dão poderes especias como os que você consegue no bomberman de costume destruindo locos e pegando itens. com o tempo você poderá tambem criar novas bombas... como uma guiada por controle remoto e até plantar minas!

para treinar os charabons é bastante facil basta destruir blocos no caminho e pegar itens que dão upgrade no ataque defesa e especial, e você ainda vai poder por eles a prova em torneios, e fundi-los um com os outros(nescessario para enfrentar os chefes) a trilha sonora é suportavel e em algumas partes até interessante.


Prós: o jogo é envolvente viciante e bem divertido, tem um grafico decente, e conta com o basico que a todos agrada no bomberman somado uma historia interessante e um grande espaço a ser explorado
Contras:o jogo é todo em japones Oo, muito facil(se não fosse em japones claro), os charaboms foram pouco explorados no jogo, deixam a esperar, a trilha sonora pode enjoar e o jogo é meio lento.
Conclusão: embora o jogo seja em japones sem duvida vale a pena jogar é no minimo viciante por os charaboms para lutar, e é o ideal para quem quer jogar um bomberman diferente, e quem emula resolve a questão do jogo lento rapidinho.
Resultado:Aprovado!

Update:
Graças a dica do Marcos eu encontrei a versão traduzida desse jogo(em inglês;P)
Clique aqui para baixar o jogo "Bomberman Tournament"(nome na versão em inglês)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Pokémon Mistery Dungeon Red Rescue Team

Fabricante: Chunsoft
Gênero: RPG
Ano de Lançamento: 2006
Número de Jogadores: 1

Pokémon Mistery Dungeon Red Rescue Team é uma aventura de pokémon nunca vista antes. A versão Blue do jogo foi lançada para para Nintendo DS.

O jogador perceberá logo de cara que Pokémon Mistery Dungeon é totalmente diferente pelo primeiro motivo: o protagonista é o próprio pokémon! É isso mesmo. Você primeiramente terá que responder algumas perguntas (em inglês) para definir sua personalidade. Feito isso, o CPU mostrará qual pokémon você será (eu sou o Machop, hehe) e em seguida você terá que escolher um pokémon para ser o seu amigo (Mudkip, é claro!)

A história do jogo começa quando uma Butterfree pede ajuda para recrutar seu filhote Caterpie numa caverna investada de Pokémons Selvagens. Depois do sucesso da missão, os pokémons decidem formar uma equipe de resgate. Depois disso aparecerá outros pedidos de ajuda, e assim por diante. E assim começa a aventura!

A jogabilidade é outra coisa nunca vista em um jogo de pokémon. Apesar das batalhas serem em turnos, os movimentos dão uma impressão contrária. Você poderá encontrar um pokemon perambulando, dar uns sopapos neles e depois sair, por exemplo. Ao derrotar os pokémons, você ganhará experiência, e com o ganhar de level, ganhará novos movimentos (que podem ser vistos no Menu ao apertar o botão B). Outra coisa curiosa no jogo é que a evolução é opcional. Você poderá ter um Machop no Level 100 com os mesmos status de um Machoke no mesmo level.

Pokémon Mistery Dungeon é interessante por apresentar uma versão totalmente diferente dos jogos da série. Depois desse jogo você vai ver os pokémons de uma maneira bem diferente. Ou não, vai saber.

Prós: Jogabilidade inovadora

Contras: O jogo poderá decepcionar os fãs da série. Pokémon Mistery Dungeon não parece em nada com Emerald, Sapphire, Ruby e as demais versões.

Considerações Finais: Eu particularmente curti o jogo. Sou fã da série Pokémon e acompanhei essa evolução desde a versão Amarela para Game Boy. E admito que fiquei impressinado com esse jogo...

Detonado do Jogo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Medabots Metabee Version

Fabricante: Natsume Inc
Gênero: RPG / Ação
Ano de Lançamento: 2002
Número de Jogadores: 1 a 2

Medabots Metabee Version é um jogo inspirado no desenho animado Medabots. Há também uma outra versão para Game Boy Advance, chamada Medabots Hokusho Version, que eu ainda não sei a diferença pois não joguei, hehe.

O jogador controlará Ikki, um garoto normal apaixonado por medabots. Depois de uma visita no laboratório local, Ikki vai para casa correndo para ver o seu programa favorito na TV (que por acaso é sobre Medabots). Assim que o programa acaba sua mãe entra no quarto e pede ao garoto que ela vá até o mercadinho para comprar algo para o jantar. Chegando lá, o garoto compra um Medabot que não funciona, pois não tem uma medalha. Seu pai antes de chegar em casa recebe uma visita do "Fantasma Renegado" que lhe dá uma medalha com o próposito de entrega-la ao seu filho. E assim o Metabee ganha vida.

Medabots em geral é como se fosse Pokémon. A idéia é quase a mesma: o jogador tem a capacidade de ter uns 8 (ou 12) medabots, sendo que poderá usar até três nas batalhas. O legal do jogo é que com cada batalha ganha, o jogador ganha uma parte do medabot vencido, e isso possibilita uma variedade enorme de equipamentos para o seu robô. Na hora da batalha é um pouco confuso por inúmeras opções. O objetivo é neutralizar o oponente destruindo suas partes. Cada membro de um medabot corresponde a uma habilidade, e com a destruição de uma parte, afetará assim o desenho do robô. Quem chegar no meio da arena primeiro, é o dono do "first attack". E isso pode decidir a luta!

O jogo é muito divertido e lembra bastante Pokémon devido a sua jogabilidade em geral. A capacidade de uma vasta personalização do medabot foi a coisa que mais me atraiu no jogo. Jogo original com diversão garantida!

Prós: Gráficos muito bons!

Contras: A fonte do texto do jogo é meio ilegível (pelo menos pra mim).

Considerações Finais: Um grande título para GBA. Eu gostaria de jogar contra alguém e ganhar muitas peças hehehe. Será que dar para jogar online?

Detonado do Detonado

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Pokémon FireRed Version

Fabricante: Game Freak
Gênero: RPG
Ano de Lançamento: 2004
Número de Jogadores: 1 a 2

Pokémon Fire Red é a versão Red do Game Boy Color para Game Boy Advance. Só que, além dos gráficos melhorados, com algumas funções a mais. Como principal, transferir pokémons "antigos" para as versões Sapphire, Ruby e Emerald. O que salvou a vida de muitos treinadores.

Apesar de ser um remake da antiga versão Red para GBC, Pokémon Fire Red Version traz algumas novidades. Entre elas, as Seviilands. Também os gráficos estão melhores em comparação as versões Ruby / Sapphire. Além de trazer de volta a velha região de Kanto.

A aventura começa em Pallet Town, onde o personagem sai para pegar seu primeiro Pokémon. Ao mesmo tempo, seu rival de infância também pega um. Assim inicia-se sua Jornada para capturar todos os Pokémon e se tornar um Campeão. No meio do caminho, você tem que vencer oito Líderes de Ginásio para poder entrar e desafiar a Elite dos 4. Além da equipe Rocket e todos os desafios encontrados nesse jogo.

Depois de vencer a liga e ter pelo menos 60 pokémons na pokedex, o jogador estará liberado para explorar as ilhas sevii, uma nova região bem distante de Kanto. Após vencer a Liga e obter pelo menos 60 Pokémon na Pokédex, é hora de explorar as Sevii Islands, uma nova Região bem longe de Kanto. Lá, além da possibilidade de encontrar pokémons de Johto, terá uma jornada totalmente diferente!

Prós: Gráficos, jogabilidade

Contras: O jogo é meio lento comparado com as outras versões

Considerações Finais: Pokémon FireRed juntamente com GreenLeaf são uma ótima pedida para os treinadores da terceira geração de Pokémon!

Detonado do Jogo

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Mario and Luigi Superstar Saga

Fabricante: Nintendo
Gênero: RPG
Ano de Lançamento: 2003
Número de Jogadores: 1

Mario & Luigi SuperStar Saga é o terceiro jogo da série Mario de RPG (Super Mario RPG para SNES e Paper Mario 64 para Nintendo 64) e manteve a mesma linha de jogabilidade das versões anteriores, movimentos, lutas, etc.

Por incrivel que pareça, dessa vez Bowser não é o vilão da história. Tudo começa quando Cackletta visita o Mushroom Kingdom se passando pelo o baixador de BeanBean Kingdom. A bruxa rouba a voz da princesa transformado seu vocabulário totalmente explosivo. Mario, Luigi e Bowser vão atrás da voz da Princesa Peach antes que ela destrua o Reino "acidentalmente". E, a voz da princesa tem um valor para Bowser também: impedirá que ela destrua o seu castelo quando ele a rapitar.

Mario & Luigi SuperStar Saga é um jogo viciante. Começando pela jogabilidade que é muito fiel a jogos clássicos do Mario de RPG, como Paper Mario e Super Mario RPG. E sem contar que as implementações foram totalmente inovadoras. No game, você controla Mario e Luigi, podendo realizar vários movimentos em conjunto, como pular, "voar", dar combos em batalhas e muito mais. Tudo muito bem elaborado e divertido, diga-se de passagem.

Ao decorrer do jogo, você vai perceber que terá que ter uma cordenação motora bem apurada. Pois em alguns casos, o jogador terá que controlar os dois personagens ao mesmo tempo, por exemplo, na parte de pular cordas. Eu fiquei uns 10 minutos para poder atravessar a passagem, acredita? E também tem que prestar atenção na hora de pular, e sempre se lembrar que o botão A controla o Mario e o B o Luigi. Preste muita atenção nisso, pois esse conhecimento será essencial na hora de se esquivar dos ataques do inimigos.

Prós: Jogo muito divertido, com ótimos gráficos e uma jogabilidade pra ninguém botar defeito.

Contras: O jogo poderia ter mais inimigos.

Considerações Finais: Mario & Luigi SuperStar Saga é ótimo para aqueles que curtiram a versão RPG da série para SNES. Os gráficos são bem parecidos e a jogabilidade também. Além de manter o toque de Nostalgia por um lado, noutro te apresenta uma nova aventura imperdível! E também vale lembrar que no jogo vem o título Super Mario Bros embutida. Dois jogaços em um cartucho só!

Veja o Detonado do Jogo

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Pokémon Sapphire

Fabricante: Gamefreak
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 2003
Número de Jogadores: 1 a 2 jogadores

Pokémon Sapphire jutantamente com Pokémon Ruby foram os primeiros jogos que estrearam a gerão Advance. O jogo conta com mais 135 novos pokémons, totalizando assim 386 criaturas existentes. Entretanto, não há compatibilidade nenhuma com as versões anteriores (Gold, Silver, Crystal). E para isso foi lançado as versões LeafGreen e FireRed.

Com tantas inovações, a história continua a mesma. O jogador acabou de se mudar de Goldenrod City, Jotho, para Littlerood Town, em Hoenn. Você poderá escolher entre uma menina (May) ou um menino (Brendan). E dependendo de qual escolher, o outro será o seu rival. Você encontrará o Professor Birch que está em sérios problemas sendo seguido por um Poochyena. É nessa hora que você escolherá o seu Pokémon: Mudkip, Torchic ou Treecko. O objetivo continua o mesmo: conseguir as 8 insígnias e vencer a Liga Pokémon.

A mudança mais significante dessa geração é o fato que agora os Pokémons possuem habilidades naturais (Traits), coisa que não era encontrada em nenhuma versão anterior. Isso mudou todo o cenário Pokémon, por ser uma "preocupação" a mais na hora de bolar estratégias.

Os gráficos estão totalmente melhorados, assim como a jogabilidade. Para aqueles que vieram das versões anteriores Gold / Silver / Crystal podem demorar um pouco a se acostumar com a gama de variedades que Pokémon Sapphire apresenta (A geração Advance em geral), tais como todos os novos pokémons e suas traits.

Prós: Ótimos gráficos, sistema de balhata melhorado

Contras: Eu não achei nada.

Considerações Finais: Pokemon Sapphire está, jutamente com Ruby, na lista dos jogos mais vendidos para GBA de todos os tempos. Então, não há muito o que dizer, não é mesmo?

Detonado e Dicas

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Final Fantasy Tactics Advance

Fabricante: Square Enix
Gênero: RPG / Estratégia
Ano de Lançamento: 2003
Número de Jogadores: 1

Final Fantasy Tactics Advance é mais um jogo da série Final Fantasy. A versão para Advanced não tem nenhuma ligação com a versão para PlayStation. Não chega a ser tão boa quanto, mas mesmo assim dá para se divertir bastante!

Tudo começa quando após se mudar para St. Ivalice, Marche participa de uma guerra de bola de neve com sua nova vizinhaça. E na brincadeira, acaba conhecendo Ritz e Mewt. O trio combina de se encontrar na casa de Marche, depois que ele pegasse o seu irmão do Hospital, o Doned, que tem uma doença de nascença que o impede de andar. Nisso, Mewt leva um livro que estranhos dizeres e imagens de monstros e seres mágicos. Com a chegada da noite, quando todos estavam dormindo, o livro começa a brilhar e transforma St. Ivalice em um lugar totalmente diferente. Marche acorda em um lugar totalmente desconhecido, e aí começa a história.

Final Fantasy Tactics Advance tem algumas novidades, como as leis e o juíz na hora da batalha. O sistema de batalha continua o mesmo: o jogador tem um número limitado de movimento e de ataque, num sistema parecido com um jogo de tabuleiro. As leis são as regras no jogo. Por exemplo, tem dias que é proíbido o uso de itens. O objetivo do jogo é destruir os 5 Totemas para que Marche e seus amigos voltem para o seu lugar de origem. Mas ao desinrolar da história, você verá que as coisas não são tão fáceis assim...

No jogo, além dos objetivos, é possível se aventurar em quests totalmente paralelas. E isso o deixa mais divertido. Não existe nada de guerra ou países entrando em conflito. Agora são os clans que comandam tudo, e a batalha são vistas como um "esporte". E isso não deixa o jogo divertido.

Prós: Gráficos, trilha sonora

Contras: Comparado com a versão anterior do jogo, FFT Advance se torna um jogo totalmente infantil.

Considerações Finais: Eu prefiro o Final Fantasy para PlayStation por conter uma história mais elaborada. E sem contar que em FFT Advance os personagens são limitados, e esse negócio de Juízes eu só aceito em jogos de futebol...

Dicas do Jogo

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Golden Sun

Fabricante: Nintendo / Camelot
Gênero: RPG
Ano de lançamento: 2001
Número de Jogadores: 1

Golden Sun é um jogo para aqueles que realmente gostam de um bom RPG cheio de gráficos bonitos e uma impecável trilha sonora. Foi um dos primeiros títulos para GBA, e o desbanca muitos jogos do gênero que conhecemos por ai. O jogo tem uma continuação, chamada Golden Sun: The Lost Age, que pretendo jogar essa semana.

Depois de um acidente que ocorreu a 3 anos atrás, Isaac e Garet resolvem aprender mais sobre alquimia. Com essa sede de ficarem mais fortes, eles acabam violando o templo da vila, onde as 4 pedras que guardam todo o poder da alquimia estavam. A pessoa que conseguir o poder das 4 pedras, poderá dominar o mundo facilmente. E a partir daí, a aventura começa. Com um enredo ótimo e muitos personagens. Muitos mesmo.

A jogabilidade de Golden Sun é a que já conhecemos de jogos do gênero. O estilo de batalha é o clássico, onde os personagens tem seu turno para efetuar o movimento. O que eu mais gostei no jogo é a grande quantidade de enigmas que aparecem. O jogador terá que ter muita paciência e habilidade para passar de certas partes, senão vai ficar preso até mesmo no começo da aventura (como eu fiquei preso no templo na parte das estátuas...).

Dentre os personagens que irão se juntar a sua jornada, o mais interessante deles é o Djinn. Um bicho feio que tem a capacidade de mudar a classe do personagem e dar bonus nos status. E na batalha ele é capaz de sumonar magias, etc. E pelo o que eu pude perceber, ele não é o único Djinn no jogo. Então, deve ser um para cada personagem.

Prós: Trilha sonora, enredo e gráficos excelentes.

Contras: Cara, para poder jogar Golden Sun você terá que estar munido de uma paciência divina. A "hora da ação" demora demais para acontecer.

Considerações Finais: Como disse meu amigo Hazuki, Golden Sun é sim o melhor RPG para Game Boy Advanced. Mas eu acho que vai ser necessário o uso de Detonados e algumas dicas para encerrar o jogo. Para ter uma noção, eu fiquei 30 minutos só para resolver o enigma das estátuas! E só fui eu que percebi que quando os boneco estão parados parecem que eles estão soluçando?

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

The Legend of Zelda: The Minish Cap

Fabricante: Capcom
Gênero: Aventura / RPG
Ano de lançamento: 2004
Número de Jogadores: 1

The Legend of Zelda - The Minish Cap é mais um jogão da série Zelda. Pelo o que eu percebi, não tem uma ordem cronológica no título, então não podemos dizer que é uma continuação de A Link to the Past. O jogo, entretanto, foi despercebido por muitos pela a grande espera de The legend of Zelda - Twilight Princess.

Uma vez por ano em Hyrule é realizado um grande festival em homenagem ao um grande guerreiro que no passado espantou os demonios com uma espada que tinha sido presenteada com os poderes dos Minish. Há uma lenda que de 100 em 100 anos uma porta se abre e os minishs aparecem. Depois do festival, Link e a princesa Zelda foram até o castelo para assistir uma cerimônia, e também o jovem guerreiro tinha como missão entregar uma espada que seu avô tinha consertado. Para a surpresa de todos, aparece um tal de Vaati que pretende pegar a tal espada do lendário guerreiro e com isso dominar toda Hyrule. Como consequencia, petrifica a princesa Zelda. Ai você já sabe a missão do jogo...

The Minish Cap tráz uma aventura totalmente inovadora aos fãs da série. Além de contar com ótimos gráficos, que me fez até lembrar um pouco de Wind Waker. A jogabilidade é excelente: movimentos clássicos da série e com as animações que o Game Boy Advanced pode dar aos jogos. Porém, um fato curioso é que não será a Navi que te dará dicas e sim Elzo, um Minish bem mal-humorado que além de ter as dicas, tem o poder de fazer o Link diminuir para ter acesso a alguns lugares.

Prós: Jogabilidade excelente, gráficos e trilha sonora.

Contras: A única coisa que me incomodou no jogo foi o acesso ao mapa. Antes era mais fácil...

Considerações Finais: Um jogo indispensável para os fãs da série Zelda. Além de contar com um enredo totalmente envolvente, The Legend of Zelda The Minish Cap conta com gráficos excelentes. Jogo pra nenhum Ganondorf botar defeito...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Castlevania - Aria of Sorrow

Fabricante: Konami
Gênero: RPG / Ação
Ano de lançamento: 2002
Número de jogadores: 1

Não sei qual é a versão anterior de Aria of Sorrow. Na verdade, os únicos jogos da série que eu havia jogado era o Dracula X e Vampire Kiss, para Super Nintendo, e o do Nintendinho. E posso dizer que o do Game Boy Advanced é show de bola também.

Nesse jogo da série você controlará Sora, que por ventura descobre que tem poderes negros. Seu objetivo é evitar que um vampiro consigar herdar os poderes lacrados de Drácula. Como podem ver esse é um resumão da história de jogo. Pois o que mais me interessou mesmo foi a ação.

Depois da "saída" do Super Nintendo, Castlevania ganhou outro molde: deixou de ser aventura para ser um RPG com elementos de ação. E isso caiu muito bem, diga-se de passagem. O jogo tem uma ótima jogabilidade: os movimentos são simples e a possibilidade de itens que pode ser encontrados no jogo é altíssima. Aqui você poderá equipar o personagem com acessórios, armas, roupas e... almas!

Alguns inimigos que você derrota te dão poderes (suas respectivas almas) e assim Sora ganha uma habilidade especial. Mas pelo o que eu pude perceber isso é mais questão de sorte. Pois eu morri e tinha pego a habilidade de um morcego (esqueci no nome da bendita), e quando voltei (não tinha salvo), matei o mesmo inimigo e não recebi minha alma.

Uma coisa que não mudou foram os inimigos. Aparecem por todos os cantos e lados. Tem que ficar atento. Entretanto, os gráficos melhoraram muito. A única coisa "estranha" é o personagem principal correndo...

Prós: Ótimos gráficos, jogabilidade e uma impecável trilha sonora.

Contras: Existe uma dificuldade alta para você regarregar sua energia. Encontre poções ou salve o jogo toda hora para poder recuperar life.

Considerações Finais: É oficial: o único Castlevania que foge totalmente dos padrões da série e Castlevania 64. Aria of Sorrow é um jogão. E posso dizer que já estou viciado...